Depois daquele dia em que te disse adeus, choro todos os dias antes de dormir. Penso em você, no seu jeito, na sua risada, nas suas broncas, na sua rabugice. Que saudade de receber uma ligação sua, de ouvir sua voz, de ouvir seu “tchau, te amo”.

Lembro de quando me levava pra pracinha pra andar de bicicleta pra que eu treinasse e tirasse as rodinhas de trás, de quando você me carregava no ombro quando eu usava um chinelinho do Topo Gigio até nossa última foto juntos, quando realizei meu sonho e fui viajar – graças à você e toda a sua força, claro. Sempre, sempre ao meu lado, com aquele abraço de “estou aqui, conte comigo”. E quanto te vi no aeroporto, na volta, com o Leo? Meu coração estava novamente preenchido.

Quero viajar e comprar copinhos pra você, dar risada, comer seu feijão, te dar um abraço, ouvir suas broncas seus conselhos, deitar no seu ombro, sentir seu cheiro, pegar o jornalzinho do seu trabalho, te esperar sonolenta no sofá. Quero ler teus e-mails e sms com os erros mais fofos de português. Quero te sentir sempre comigo.

Lembro de cada dia, cada segundo, cada instante. E dói demais saber que você não está mais aqui. Por favor, me ajude a superar e a entender tudo isso. Um mês se passou, e a saudade é infinita.

Você é meu referencial, pra sempre, e nunca vou me esquecer de cada segundinho de ensinamento teu.

Por que eu também te amo muito, meu véio.

Fim de tarde em Caeté

Minha luz, pra sempre.

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