Tem trabalho que é legal. Tem trabalho que é muito legal. E é por “culpa” dele, da Air France, da KLM e da Bienal que pude conferir de perto os bastidores e a montagem da 30º Bienal de São Paulo.

Caixa com as obras da Anna Oppermann

Quadros, fotos e muita coisa ainda no chão. Tem mais fotos na Fan Page.

Nas palavras do curador Luis Pérez-Oramas, “a 30ª Bienal aspira contribuir com o estado da discussão sobre o rol das práticas artísticas hoje, e não pretende, portanto, afirmar-se com respostas definitivas, ortodoxas, messiânicas”. A curadoria da exposição deseja colaborar para a construção do presente, a partir das articulações que propõe entre as obras, da consistência de sua expografia, da claridade de sua identidade
visual e do diálogo a travar com o público.
Cerca de 3 mil obras de 111 artistas – sendo grande parte destas produzidas especialmente para a exposição – compõem o universo da 30ª Bienal. Um olhar sobre os processos criativos de artistas de diversas procedências e gerações torna a iminência das poéticas um aparato discursivo no qual o que prevalece são os vínculos: as relações entre obras e artistas e sua ressonância em falas, encontros, discussões públicas e eventos poéticos ou performáticos.

A 30ª Bienal de São Paulo manifesta-se a partir da noção de constelação. Cada componente da Bienal foi pensado para funcionar constelarmente. A expografia da mostra permite agrupamentos de obras de cada artista e potenciais relacionamentos entre eles. As normas que regem a identidade visual também respondem à ideia de constelação através da escolha tipográfica que acolhe todas as famílias de tipos monoespacejados e em 30 cartazes, fruto do processo coletivo organizado para conceber essa identidade.

30ª Bienal de São Paulo – A iminência das poéticas
Entrada gratuita
Ter, qui, sáb, dom e feriados – das 9 às 19h – entrada até às 18h
Qua e sex das 9 às 22h – entrada até às 21h – Fechado às segundas

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