Acompanhar a 85° Corrida Internacional de São Silvestre de perto foi emocionante, como ouvir um CD em casa e, posteriomente, a banda ao vivo: sensação única! Na verdade, meu objetivo ali na Paulista era só acompanhar o Réveillon mas, ok, já que estávamos ali, não custava nada ir pra avenida ver a corrida – e suas “figuras ilustres”:
A primeira pessoa que vi e com quem conversei foi o Sr. Herculano, integrante do grupo Vovocop’s de corrida. Já foi até pra Chicago pelo esporte. Muitas histórias e pura simpatia. Começou a correr aos 50 anos. Hoje tem 83.
Fiquei super feliz em ver tanta gente “experiente” na corrida. Queria ter todo esse pique :)
Deficientes também participaram da São Silvestre, em seis categorias: cadeirantes, deficientes visuais, amputados de membros inferiores, deficientes de membros superiores e inferiores, deficientes auditivos e deficientes mentais.
Era gente que não acabava mais, em uma largada tranquila. O policiamento era intenso, garantindo a segurança de atletas e expectadores.
Estar ali foi uma experiência super positiva, o clima era sensacional! Dava vontade de conversar com um monte de gente, conhecer suas histórias e saber o que as motivava estar ali. Com certeza ouviria depoimentos emocionantes, como este.
(lembrei que quando eu era pequena, São Silvestre era sinônimo de “putz, o ano acabou de verdade!”, já que a corrida acontece tradicionalmente no dia 31 de dezembro.)
Pois é, 2009 já era e faz tempo. Vamos correr! :)










Num belo domingo fui tomar breja na casa de uma amiga (e, por acaso, ex-chefe) e conheci um pessoal super bacana. Eis que uma das meninas indica a leitura de Persépolis, enquanto outros indicam filmes, passeios.






